Prédio Glória
Praça Ramos, nº 209 a 219; Rua Barão de Itapetininga, nº 26
Número de pavimentos: 11
Ano de conclusão: 1928
Uso: escritórios, com comércio no térreo
Proteção: Z8 200 - 063

O prédio Glória, juntamente com o Teatro Municipal, o Hotel Esplanada, o prédio da Light e o Mappin compõe o conjunto de prédios históricos do entorno da praça Ramos, um dos cartões postais da cidade. Construído no estilo Luís XVI, o Glória é um dos prédios mais elegantes e refinados do centro, com destaque para suas fachadas, encimadas por mansardas, e o magnífico hall e entrada, de mármore, com painéis de madeira de lei e detalhes em bronze.
O edifício foi projetado e construído pelo escritório arquitetura Albuquerque e Longo para Samuel Ribeiro, sócio da família Guinle.
O Glória tem duas fachadas separadas: uma na r. Barão de Itapetininga, a outra na praça Ramos, onde se encontra a entrada. Antigamente, ao seu lado se encontrava outro belíssimo prédio eclético - o Edifício São Pedro, que foi demolido nos anos 60 para a construção do prédio de vidro da Companhia Seguradora Brasileira (o prédio com o grande relógio digital do Itaú). Trata-se de um caso de má vizinhança em arquitetura, uma triste e opressiva companhia ao gracioso Glória.
O prédio se encontra em excelente estado de conservação, e mantém todas as características originais, tanto externa quanto internamente.
Clique nas imagens para ampliar:
![]() Entrada |
![]() Mezanino |
![]() Balcão no hall |
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![]() Portas em madeira de lei
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![]() Teto do hall, com lustre |
![]() Arandela |
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![]() Corrimão |
![]() Placa no hall |
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![]() Ornato em bronze |
![]() Mostrador do elevador |
![]() Caixa para correspondência em latão dourado |
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Agradecimentos: Sra. Sandra (síndica do prédio), Andréa e Roberto (funcionários do prédio)
Edmundo e Jorge Rubies